Coronavírus X Superendividamento Dos Consumidores

superendividamento

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Diante da situação que estamos vivendo em razão do coronavírus, as instituições financeiras estão oferecendo medidas especiais, com o intuito de dar fôlego financeiro para os trabalhadores em meio à pandemia do coronavírus.

No entanto, o consumidor deve estar atento antes de recorrer à essas medidas. Deve analisar com cuidado quais as condições impostas nessas propostas e se estão acordo com a sua realidade financeira, de maneira que não comprometa sua subsistência mínima a ponto de gerar um superendividamento.

O que os Bancos estão oferecendo e o que o consumidor deve observar?

Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), os cinco maiores bancos do país estão abertos e comprometidos em atender pedidos de prorrogação, por 60 dias, dos vencimentos de dívidas de clientes pessoas físicas e micro e pequenas empresas para os contratos vigentes em dia e limitados aos valores já utilizados.

Banco Itaú

O Banco Itaú apesar de oferecer a extensão do prazo de pagamento e dizer que as taxas de juros permanecem as mesmas do contrato original sem incidência de multas e encargos adicionais, admite que “em alguns casos, o valor da parcela do cliente pode aumentar em função de IOF e da aplicação dos juros do contrato original sobre a carência adicional.”

Banco Santander

O Santander oferece um aumento de 10% o limite do cartão de crédito, para os clientes que estão em dia com pagamento das faturas.

Banco Bradesco

O Bradesco para oferece crédito pessoal, crédito parcelado, capital de giro e cheque especial para pessoas física e jurídica, informou que o cliente deve ligar para sua agência e solicitar a prorrogação. “E que a taxa de juros inicialmente contratada será mantida e haverá a cobrança proporcional dos juros, considerando a carência solicitada, para o período restante da operação”.

Caixa Econômica Federal

A Caixa diz que os clientes que possuem contrato de financiamento habitacional pessoa física ou pessoa jurídica, que estejam em dia com os pagamentos ou com até dois encargos em atraso, podem solicitar a pausa, com exceção dos casos em que o cliente esteja utilizando o FGTS para pagamento das prestações mensais.

Banco do Brasil

O Banco do Brasil afirmou que todos os clientes têm acesso à prorrogação das parcelas via web, sem necessidade de ir a uma agência. Informa, ainda, que as renovações de operações já contratadas poderão ter os mesmos prazos de carência.

Há também a possibilidade de flexibilizar o cronograma de pagamento, ficando um ou dois meses sem pagamento de parcela em todos os anos da vigência do contrato.

Embora as ofertas possam parecer atrativas, elas podem acabar contribuindo com o endividamento do consumidor. Por isso, as propostas devem ser analisadas com atenção junto à instituição financeira, para saber as condições oferecidas para cada caso.

Entenda o Superendividamento

O superendividamento é a falta de recursos financeiros para pagar a dívida, ou seja, quando a dívida ultrapassa a renda ou compromete grande parte dela.
São duas situações que podem levar o consumidor ao superendividamento: a passiva e a ativa.

A passiva é quando ocorre algum imprevisto, como a perda de emprego, a redução dos rendimentos, doença, morte em família, acidente, etc.

Já a ativa é quando o cidadão compra sem controle, gasta mais do que ganha, não quita o total da fatura do cartão de crédito e assim não honra com outros compromissos.

Como Evitar o Superendividamento

  • Antes de assumir acordos, empréstimos ou suspensões da dívida, analise com cuidado as condições oferecidas pelo seu banco;
  • Observe se a proposta prevê aumento de parcelas, cobrança de IOF, aumento na taxa de juros ou se o acordo gerará um novo contrato, nesse caso, veja quais as cláusulas e condições;
  • Quando contratar empréstimo ou financiamento, verifique o Custo Efetivo Total (CET), verifique se elas cabem em seu orçamento, considerando ainda todas as suas despesas;
  • Coloque no papel a renda familiar e quais os gastos mensais fixos (aluguel, água, luz, condomínio) e possíveis gastos extras. Priorize os gastos e defina o que é essencial, e o que é inútil.
  • Por fim, pesquise sempre qual instituição financeira oferece as melhores condições!

 

A Negativação Indevida e o Direito do Consumidor

Quando um consumidor é negativado indevidamente, ele sofre o que chamamos de dano moral. Dessa forma, receber uma indenização em dinheiro, é seu direito!

A negativação indevida do nome ocorre por vários fatores e entre eles estão:

  • Fraude;
  • Falsificação de documentos;
  • Cobrança em duplicidade;
  • Deixou de receber o aviso dos órgãos de proteção ao crédito;
  • Pagou a dívida e o nome não foi excluído do cadastro;
  • Após 5 anos da dívida e o nome não foi excluído do cadastro de maus pagadores.

Caso você tenha sofrido uma negativação indevida e ficou com seu nome “sujo na praça”, saiba que a SM Negativação pode te ajudar!

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Aproveite para compartilhar este artigo com seus familiares e amigos e mostrar à eles seus direitos como consumidores! Siga-nos nas redes sociais.

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